13.12.08

Seis melhores shows que eu fui

Não venha aqui esperando que vai haver um litro e meio de shows, até porque a maioria foi da mesma banda, e eu nunca fui muito de ir em shows. Mas cada um teve uma história [ou um mico ;x] diferente.

6- Segundo show do Biquini Cavadão (e o único com foto)


Bruno, vocalista do Biquíni.

Eu tinha todas as expectativas de que esse show teria sido melhor. Em termos de liberdade, até foi legal, porque fui com minha acompanhante de shows, minha prima *A* [você ainda vai ouvir falar muito dela nesse post]. Fomos até a grade de ferro, que era nosso limite. Ficamos exatamente à direita do avancé, aquela passarela que tem em shows. Essa foto ainda foi tirada com zoom, porque tinha pessoas muito imbecis, arrogantes e idiotas gentis na minha frente, impedindo minha passagem para poder tirar foto. Foi bom porque foi o único em que tive coragem de levar minha máquina [ex aliás, depois te conto], e porque estava bem na frente, onde adoro ficar. Só não foi bom porque o show terminou muito cedo [ahh, cinco horas é muito cedo], e o povo começou a enjoar de Biquíni, porque eles teriam vindo duas vezes já no mesmo festival.

5-Paralamas do Sucesso

Posso até não ter visto de tão perto e sem a companhia de ninguém, mas foi animado. Eu havia chegado atrasada no tal festival, o mesmo em que tocou o Biquíni, e não havia ninguém para me fazer companhia no show. E nem sempre um show sozinha é realmente interessante como você pensa. Ou é.

4-Lulu Santos (ou loira gostosa, Xuxa, Marília Gabriela e afins =P)


Esse show foi um dos mais engraçados que assisti em toda a minha vida. Foi perfeito, não faltou nada. A começar pelo local de espera, junto com minha amiga e uma outra amiga dela, que conhecia e tal. Nós começamos a ter um ataque de riso sem explicação. Essa minha amiga ri de uma forma um tanto inusitada, acompanhada de uns gritos finos. Eu já me acostumei com essa maneira de rir e até hoje acho normal. Mas, de uma forma que não entendi, comecei a rir do riso dela, acho que acabei fazendo xixi do tanto que rachei o bico com ela e com a amiga dela. O show, claro, lindão e tudo, sabia uma alta parcela das letras das músicas e ao mesmo tempo me divertia com as garotas. Elogiávamos Lulu com apelidos altamente atraentes, como "liiinda, loira gostooosaaa!". Foi bom porque sabia as músicas, me diverti e estava em boa companhia. Foi ruim porque mijei nas calças hauhauhaua.

3- Primeiro show do Biquíni Cavadão

Nem imaginava que esse show fosse tão delicioso. Nesse, fui com minha amiga, do mesmo show do Lulu, mas não estávamos tão próximas assim do palco porque ela não queria ir. Uma pena que começou a fazer frio e ela têm chiliques bobinhos com frio, se encapando toda. Mas foi bom do mesmo jeito. Sabia várias músicas, das antigas às atuais. O melhor foi que o show rolou até de manhã cedo, quando já amanhecia e o sol já queria bater na cara do povo. Foi exatamente com esse show que ele veio para cá novamente. Só foi ruim porque eu não estava perto do palco e não pude carregar ele nos braços. É que o doido do Bruno costuma se jogar do palco e o povo fica segurando ele, como uma "cama de mãos".

2- Show do Angra - aniversário de 15 anos [05/11/06]

Sim, se você conferir o calendário, o show foi mesmo num domingo. Eu pouco me importei com a aula de segunda, pelo menos eu tava lá no show com minha prima *A*. Mas apesar de tudo, o show foi maravilindo. A coisa foi bem simples, o palco era baixinho e antes do show, as caixas de som tocavam o álbum Awake, do Dream Theater. A simplicidade do palco foi o que me deixou mais feliz, porque, como o público do Angra já era acostumado com eles, fazer um show com um palco baixo não foi problema e nem causou grandes confusões. Eu, claro, fiquei na frente, como sempre fazia quando ia a shows do Angra com minha prima. Cantamos as músicas supimpamente, e o Andreoli[o baixista] até que me encarou mais, antes ele nem olhava pra mim, acho que estava mais preocupado em acertar os solos do que ficar olhando para groupiezinha mané. Vai ver ele reparou que em todo show que tinha deles na minha cidade, eu tava lá, justamente na direita, no lado onde ele fica. Mas como todo show do Angra que se preze, teve algum mico, e nesse não foi diferente. Bem no finzinho, eles jogam palhetas e baquetas pro povo, e é sempre aquele aglomero de show, além do mais, é heavy metal, o povo é tudo pirado e cheiroso, com aquele cheiro de rexona vencido.Enfim, quando chegou a hora de jogar as coisas, o Andreoli simplesmente jogou o gatorade na minha cabeça! Eu não sei se ele reconheceu seu talento para arremesso de garrafas nos fãs dele, mas doeu um monte. Pena que *A* foi quem notou que veio uma garrafa, tinha achado que algum altão metido a gente tacou o cotovelo na minha cabeça. E ficou pra minha prima, ainda hoje ela tem, tá lá, lacradinho e tudo. Disse que só me daria se eu conseguisse a baqueta do Aquiles [baterista] pra ela, daí trocariam. Ah tá que no impossível da vida eu consiga pegar a baqueta, o povo falta se matar pra pegar, e do jeito que eu sou toré, nem morta que eu consigo.

1- Meu primeiro show do Angra [11 ou 12/10/04]

Foi o melhor, o master dos masters, o que o mico foi mais doido, e claro, a primeira vez a gente nunca se esquece. Como era o meu primeiro show do Angra eu tava super empolgada, comprei até uma camisa nova pra usar especialmente lá. Combinei roupas e tudo com minha prima, nessa época uma boa parte dos meus primos gostavam de metal e nisso, todo mundo foi junto. E claro, tinha um ex-atrativo meu lá e queria vê-lo. O show era numa casa de shows que era unida à outra, quase vizinhas sem muro, era só abrir uma porta que já estava na outra casa. Acontece que muita gente esperava o Angra, ele só havia feito um show antes daquele, e a quantidade de pessoas para caber na casa de shows foi maior do que o esperado. Ou seja, o dono da casa viu que não tinha como haver um enorme show lá. Não era frescura da banda, via-se só o pretume [falo pela cor predominante de camisas de banda ser preta] pela avenida da casa, e era muita gente para caber naquele coisinho. Há quem entendesse, e faria o show em outro lugar então. Mas havia uma maioria que não aceitava aquilo, resultando em vandalismo total. Sim, isso mesmo, pegaram paralelepípedos da calçada e começaram a jogar na casa. E como, mesmo não havendo show no dia, aconteceu algo super fantástico do balão mágico pra ficar na memória: levei uma pedrada. Mas não foi muita coisa, quem levou o peso da pedrada mesmo foi o primo do meu primo, pois a pedra bateu no peito do guri e desceu, ainda com força, no meu joelho. Daí acabamos ligando pro meu pai ir nos deixar em casa, já que estavam fazendo uma reuniãozinha em família por lá. De lá, fui na internet com minhas primas caçar algo na internet sobre o show, se seria adiado pra qual dia, além da zoação do povo no mirc [sim, mirc ainda era auge naquela época]. Dia seguinte houve o show, e foi uma delícia, eu ainda vi meu ex-atrativo e tal. Foi bom porque levei um mico na esportiva, porque foi o primeiro e porque amei o show e fiquei com uma ressaca de show altamente desgastante. Só foi ruim porque não peguei nada e porque parecia um cego em tiroteio com medo daquele povo doido, que para mim ainda era algo muito novo.


Inesquecíveis esquecíveis (ou não): Los Hermanos, Shaman, Charlie Brown Jr. [mas ein?!], Angra no pipop, Kid Abelha e outros podres, e alguns bons.

Em breve, 'Top de coisas que são boas de se comer com brigadeiro', só até eu conseguir todas as fotos.

so, bjs.

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