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8.12.14

Resenha: The Sims 4

Aí que eu joguei o The Sims 4...e também larguei o computador ~de torre~...isso aí, mudou a coisa toda...mas vamos falar do jogo, sim?

Um tempo antes de lançarem o jogo e para acalmar os ânimos do povo que tava abismado pelo fato do jogo não ter bebês nem piscina, eles disponibilizaram de grátis um cas (create a sim - crie um sim) do Ts4 pra galera ter uma ideia de como serão as coisas naquele jogo, até porque estavam apostando numa parada de "sims com emoções", etc. Eu testei ele e apanhei um pouco hauhauahua o negócio é bem "vai clicando aí que você se encontra" e fiquei bem perdida com todo o visual que, comparado aos outros cas, deixava a desejar.

Além dessa inovação dos sims terem emoções, eles têm um corpitcho exclusivíssimo, tipo fazer uma Nicki Minaj da vida, sabe? Até agora só fiz meninas com corpos no estilo ~gente como a gente~ por motivos de não aguentar mais aqueles corpos iguaizinhos e quadril largo tem que ter sim.
Mais ou menos assim o cas do The Sims 4 (foto de notebook porque era mais fácil transferir ;/)

Quadril largo porque é gente como a gente [minha primeira sim]
Depois de muita euforia com a primeira sim eu fui aprendendo aos poucos como mexia em cada coisa, detalhes que a gente esquece fácil como editar as orelhas ou sobrancelha e que facilmente apareciam na edição anterior do jogo. Quanto ao gameplay, senti falta de usar carro/bicicleta no jogo, que são apenas ~cinematográficos~ . Além disso, se você vai visitar um local comunitário, a tela entra em carregamento e plim plim, você está lá. Era legal no The Sims 3 porque era algo um tanto real e, pelo fato de ser uma edição além, as expectativas é que eles pudessem tornar aqueles momentos "reais" mais naturais, e não regredir para telas e telas de carregamento.
Eu ainda não vi fantasmas, embora dissessem que existem, sim [na verdaaade eu ainda não matei ninguém,sabe haha]. Não vi cemitério, a tal piscina [que colocaram, mas não sinto falta, exceto para matar sims].
Última sim que fiz, apenas a mais maravilhosa *-*

Lógico que além disso tudo tem os prós, né?! A começar que eles diminuíram a configuração mínima para jogar sem que isso ferrasse a qualidade do jogo em si. E eu não sei se isso é considerado um pró ou contra, sei lá, cada um com suas loucuras, mas até agora não vi ladrão no jogo [apenaaaas lembrando que esperei mais de um ano jogando para finalmente aparecer ladrão no meu The Sims 3. É. E eu comemorei.], embora tivesse a carreira criminosa que, spoiler, não tem folga nos primeiros cargos.
Sim! Não posso deixar de comentar. Nas primeiras jogadas do The Sims 3 tinha esse "bug" de que você poderia ver andando livremente nas ruas outra família que você criou e podia, inclusive, ficar amigo dessa pessoa. Eu via com certa frequência esses sims e eu achava O MÁXIMO, sabe, fazer amizade com sims maravilhosos que você fez e eles serem lindos e amigos huaauahuaa O chato é que o 3 passou por diversas atualizações por conta dos bugs e numa dessas acabei perdendo esse "acesso".
Tudo isso para falar que: alá o The Sims 4 sendo maravilhoso e deixando isso acontecer de novo!!1 Quase tenho um treco quando vejo na rua andando meus sims divando e sendo amigo each other *-*
E como falei desde o começo, o jogo é todo baseado nas emoções, o que seriam os modificadores de humor do 3. No fundo, ele deu uma dificultada básica no jogo, mas this is real life né, mia gente. Super entendo ficar desconfortável se quero fazer xixi e tal.
No mais, o jogo é bom, embora muitos falem que não tá legal, para, tá ridículo, ele tem suas peculiaridades e vale super a pena ver o que ele tem a oferecer.

17.8.13

Jogo: Nine Hours Nine Persons Nine Doors [DS]

vai aparecer assim na telinha de cima quando você zerar o jogo. ~realizaçaum~




Acho que agora eu me sinto psicologicamente calma para falar sobre o jogo, haha. Eu sou daquele tipo que lê um livro e fica tão apegada à história que não consegue deixar de sonhar com aquilo, sabe? Pois, aconteceu mais ou menos isso com o Nine Hours Nine Persons Nine Doors.

No jogo você é Junpei, um rapaz que, assim como as nove pessoas do navio, foram sequestradas por um sujeito estranho de máscara e o trouxe até lá. É, um navio. E esse navio é, nada mais nada menos que...? Tita Tita Titanic. Quem já viu o filme e lembra mais ou menos do cenário do navio vai rolar um déjà vu muito simpático em algumas cenas do jogo. Eu não conhecia o estilo, mas dizem que NHNPND é considerado uma light novel. Eu não li muito sobre esse gênero, ouvi apenas menções. Pra quem tiver mais interessado, link do Wikipedia aqui.

Prosseguindo, são nove pessoas, de diversas idades. Tem um casal de irmãos, uma milf, um locão da cabeça, um tiozão com aquela clássica pinta de líder, um grandalhão, um rebelde, uma amiga de infância de Junpei e o nosso protagonista. Cada um tem uma espécie de relógio com um número. O jogo me atraiu por ser do estilo escape, que eu adoro, pois tem uns puzzles envolvendo lógica. E, em se tratando de lógica,  taí a justificativa dos relógios com números: eles costumam ser o alvo da maioria dos mini games de 999.
Tá vendo aqueles seis quadradinhos, cada um com um desenho diferente, na foto? Eles são os finais. O jogo consiste em seis finais; em determinado momento do jogo você vai encarar portas com números e, dependendo da sua escolha, o final será modificado, se tornando um desses daí. Ou você vai repetir o mesmo final, rá.

999 tem muuuuuito texto, e em inglês, então pra quem não sabe lidar cos ingreis, nem chegue perto. Foi mais ou menos meu caso. Eu leio textos em inglês desde o começo do curso, então já tenho um certo ódiozinho, mas no fundo, o jogo até me ajudou a melhorar o vocabulário e, claro, conhecer e me envolver com a história do joguito, haha. O bacana é que, depois de terminar seu primeiro final, você pode avançar os textos gigantescos do jogo. Eu prefiro avançar tudão lá pelo terceiro final, não confio muito na minha percepção, e depois, vai que você deixa passar algum detalhe, não é?

Apesar dos textos gigantescos, da pouca ação, você se envolve completamente pelo jogo. Eu consegui terminar o jogo em um feriadão, isso no ano passado, e ainda com uma leve ajudinha de uns sites, porque eu me perdia nas portas e, tava tão curiosa pelos outros finais rs. É cansativo o jogo, vai ser cansativo para chegar até o final - que é surpreendente - mas é tão envolvente que não dá nem vontade de largá-lo haha.

E é isso. ;)

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♫ Jamiroquai_High Times

4.9.11

Arrudinha, que tal?

Hey, e aí, quanto tempo, ein?
Contradizendo o meu "quem sou eu", finalmente consegui minhas tão desejadas férias. Apesar de ser apenas uma semana de recesso, eu bem pensei, "claudão, vamos ser linda e aproveitar essa semana como um mês?", e assim tentei fazer.
MENTIRA, NUM TENTÔ NÃO!
Sério, viu. Foi Kátia Cega essa semana. E olha que eu nem reclamei nem nada. Só que, quando vi que opa, tá tudo dando errado, já era tarde. Meus planos, além de dormir até ter dor de cabeça e malhar pra ficar bonits no retorno às aulas, era conseguir comprar uma placa de vídeo uma semana antes, para poder jogar até...até dá dor de cabeça. Daí o quê que ocorre: além de, DUNADA, meu monitor não responder, internet piou por uns dois dias. Ou seja. Passei semana todinha usando um caixotão que, nem me ajudou a jogar, mas me deu dor de cabeça do mesmo jeito. Não consegui jogar nada porque 800x600 é brochante como o inferno pra jogar, sem falar do brilho reduzido, o que transformou o jogo numa coisa tensa de visualizar. Dia como noite, noite como apagão.

Mesmo sendo dramática [oi, leia o blog todo e você vai sentir], nem fiquei tão puts da vida? Achei até legal. Pude fazer coisas que há tempos não fazia, enquanto offline. Antes eu não tinha um pc próprio e só usava quando o meu irmão saía, daí ainda tinha vida nessa época. Reparei também que eu mudei muito de lá pra cá. Encontrei um diário meu [sô criança?] de 2003/2004 e passou altos filmes na minha cabeça. De gente que entrou tão rápido na minha vida na mesma velocidade que saiu. Gente tão legal [ou que podia ser] que deixei escapar dos dedos pra poder dar valor a quem me deu pé na bunda....que dizia gostar de mim mas não se identificava, vou batê as caçuleta* e não vou saber quem é. Que o primeiro namorado a gente conta até pro nosso pai quem é [seguralok!]. Que talvez antes eu não tivesse deixado tantas amizades por causa de algumas que...enfim, me deixaram esperta.

Sério, a pessoa se pega num momento de divagação e pronto, passa isso tudinho na sua cabeça, o que você aproveitou ou não. Mas o que mais me deixou chocada foi: quem eu era antes da internet, dessas tecnologias todas? O que eram as outras pessoas? Será se eu era tão legal antes disso tudo? Se eu era tão loser antes? Fico pensando isso das pessoas também. O que elas eram? O que faziam? Perderam o charme, a malícia, o jeito de conversar como antes? Que agora, todo mundo [e não vou ser hipócrita, eu também] sai por aí colocando virais/memes na vira fora do computador.

Virais são amorzinho, eu mesmo adoro sentar lá [tun dun tss]. Mas falo da internet em geral. Pego a Cláudia de 2003, com a de hoje. Antes eu era tão conversadeira, não era tão excluída. Hoje eu tenho um dia da semana oficial para evitar fazer social porque eu mereço [oi?]. Sinto que todas essas picuinhas façam parte disso tudo. Ou eu posso estar errada.


bjs.
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♫ Dream Theater_Hell's Kitchen.mp3

3.4.11

Jogo: Kirby Squeak Squad [DS]

Oi, eu sou o Kirby, sou lindo e pareço um pokémon


Antes mesmo de adquirir o Nintendo DS, eu jogava no emulador do Super Nintendo com essa coisinha redondinha e rosa. Joguei o Dream Land 3 e parei por uns tempos com raiva do último chefão, até conseguir derrotá-lo e ficar com saudadezinha do jogo. Mas bem, essa não é uma resenha de jogos do Kirby pra Snes, e sim do Squeak Squad, grandinho e feliz.

O jogo tem a mesma tática de suas outras edições: Kirby vai andando feliz por uma fase até engolir um de seus inimigos e "tomar" o poder deles. Nesse jogo o "bão" é que você precisa, no decorrer dele, resgatar um, dois ou três baús, contendo itenzinhos importantes, como spray de tinta pra mudar a cor do Kirby, musiquenhas do jogo, peças de um quebra cabeças pra liberar uma fase especial, e assim vai.

O bom dele mesmo é que não é o tipo de versão para consoles mais modernos que foi  radicalmente alterada. Os sons, os itens e até alguns inimigos são uma versão mais anos 2000, se comparado ao Dream Land. 

Pra não ser mais spoiler que isso [sim, a foto do post é a imagem que aparece quando você zera o jogo, bjs], recomendo que joguem. Não é a mesma facilidade mamãozinho no açúcar como Kirby's Dream Land 3, mas você vai gostar do mesmo jeito.

E oi, sim, vou estrear no blog o novo marcador 'análises ds' , falando de joguenhos que já zerei. Sim, só os que já zerei, então vai demorar um pouco, pois só zerei apenas três até o fechamento desse post.

beigos pros 'lindo'