21.4.09

Livre [não] de preconceitos

Numa dessas semanas eu tive o prazer de finalmente conhecer quem é a dona cult . Daí que, devido a todas essas aproximações, estas que estão me pegando de surpresa, ela falou, quem diria meus amores, comigo. Dirigir-se a mim era quase como uma impossibilidade, já que ela só falava comigo ou, a) para perguntar as horas, sendo que nem relógio tenho ou, b) qualquer coisa que somente eu poderia responder.

Mentira, ela nem se dirigiu a mim. Reconheci coisas que ela antes não havia demonstrado a mim, talvez aos amigos dela. Como sarcasmo. Ela gosta de usar de uma maneira um tanto quanto sutil. Eu sempre tive essa mania abestada de julgar uma pessoa, sem nem mesmo conhecê-la. É até infantil, mas havia vezes em que eu até acertava. Outras até, em que eu jurava que uma pessoa era de bom coração, mas era totalmente o oposto.Como essas coisas acabam durando pouco e, como não tive mais contato com a pessoa, meu ódio platônico retornou. Levarei pedras na mochila, só porque eu tenho muito amor por ela.

Eu adoro quando a pessoa fala, "_________ [ponha aqui qualquer ação em grupo] todo mundo! ". Como assim, todo mundo? E eu? Ah é, sou inexistente. Olha como é delicada.

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E sim, tá com bem umas duas semanas que não posto aqui e que esse post não é como os outros. Ando saindo bem menos e não houve, pelo menos nesses dias, nada que me fizesse pensar, "oh, postarei no mig [antigo nome do blog]". Espero que volte às antigas. [momento fikdik: falta de amor, ok]


bjs.