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| 0 critérios de fotografia, mas...segura o copo, carai |
Tô na preguicinha do meio/fim do carnaval + minhas férias do curso e resolvi postar. Postar não, vou dar uma cheatada maneira aqui porque esse rolê da foto acima aconteceu tem bem um mês mais ou menos, aí o que eu resolvi fazer: colar meu escrito lá do app que eu escrevo diariamente, pra cá, olha que fofa que eu sou. Era pra eu ter postado sobre isso há séééculos, mas eu ficava adiando e adiando já que eu tava no final do período praticamente. No app é mais freestyle então eu posso escrever à vontade. É lógico, claro e evidente que sou editar umas partes já que lá as coisas são mais reservadjénhas também, então...vam'lá.
Só pra inteiraaaar a conversa de vez: eu fui pra Pedro II. Minha turma e o curso em si já foi em vááárias viagens, eu inclusive ia pra Maceió ano passado apresentar um artigo, mas moiou no sentido de $$$$. Acontece que eu nunca tinha ido viajar com minha turma, sempre porque os dias batiam com os que eu estava trabalhando, então eu perdi bastantes aventuras (e certificados também). Esse de Pedro II dava certo em vários sentidos, já que caía no meio da semana e a intenção era de que iríamos ir e voltar no mesmo dia. Do que se tratava o evento, e eu só soube dois dias antes da viagem porque sim: vinhos. E degustação. Bom, vamo logo colar esse negócio senão o post todo vai ser só escrita atual haha
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Tipos que me falaram que a gente chegaria de volta a The uma meia noite por aí, então eu fiquei esperta pra todas as horas. Soube também que partiríamos às 13:30, daí eu almoçaria no IFPI mesmo, até porque teríamos uma aula pelas 10h. Na mochila levei:
•travesseiro de pescoço;
•Kindle;
•fones;
•celular com carregador;
•documentos;
•um pouco de dinheiro;
•um pacote com três biscoitos de morango;
•meu garrafão;
•uma blusa de manga comprida porque meu casaco eu não achei na hora que fui arrumar.
Eu tinha essas coisas em mochila e só na volta que vim recordar que eram essas as coisas que eu costumava levar pra viajar pra Curitiba. Lembrei das minhas aventuras desbravando aeroportos e tomando looongos chás de cadeira à espera da conexão que valiam mais do que a pena só de ver ele me esperando no desembarque, me abraçando e embalando meu cansaço com um longo beijo na boca. Eu sei, eu era feliz pra porra, e eu sabia.
Esses pensamentos me pegaram forte e tive que ficar me segurando pra não chorar no ônibus. Eram uns puta momentos da minha vida. Passei alguns anos fazendo isso, que apesar de ser meio cansativo, eu fazia. Eu não sei se fico querendo chorar de saudade de algo que não volta mais, ou de ver no que minha vida se transformou daquela época pra hoje. Eu era outra pessoa, eu tinha pouco, mas tinha o peito cheio de amor e era isso que importava. Eu não sei dizer se eu conseguiria, naquelas condições e sem que ele tivesse falecido, ter tudo o que eu conquistei nesses últimos anos. Não sei se faria diferente. Foram acontecimentos que, apesar de terem ferrado com minha vida, serviram pra me tornar quem eu sou hoje.
Eu divaguei tanto nesse momento nostalgia que esqueci da viagem hauahaauah vamo voltar...recompoooorr...pronto.
Com tudo no ponto eu percebi que depois do almoço muitas minas tinham ido banhar no banheiro do IFPI. Era uma coisa meio coletiva, nunca fui naquela área, mas sei que tem um chuveiro lá no banheiro feminina. Mas é aí que tá: todas elas tomaram bainho, estavam lindas, arrumadas e cheirosas (algumas inclusive maquiadas). Tinha até essa mina que foi de calça e blusa de alça fininha, não banhou com as outras minas, mas que usou uma maquiagem bem pesada nível festa e tô sem entender até agora o porquê da maquiagem se ela passaria mais horas dentro do ônibus que em luz e mostrando pras pessoas seus dotes artísticos. Eu fico tipo intrigada porque ela é linda pra caralho e tem uma pele maravilhosa que é meu sonho de princesa, mas lá tá ela botando esses carai sem precisar. Mas é aquela coisa: se os outros vissem como a gente vê eles...
Com esse rolê do banho eu fiquei meio constrangida porque tava começando a suar e eu só tinha lavado o rosto, ajeitado o cabelo e escovado os dentes, de diferente. Eu não quis banhar lá porque...bom, porque corpo nu e etc. Mas enfim, bola pra frente.
Então chegou a hora de ir pros ônibus e o que fui aparentemente estava com algumas pessoas só. Até aí tudo bem. O problema é que atrás de mim tinha essa moça. Jesus Cristo, eu te amo mas POR QUE VOCÊ CRIA UMAS PESSOAS COM UMAS VOZES TÃO FEIAS DE SE OUVIR???!! Era horrível, insuportável!!!! Eu preferia ouvir um bebê, porque pelo menos o bebê uma hora ou outra iria dormir, e a demônia (falar demônia e Jesus num mesmo parágrafo, try me) não dormia nem por um decreto!!! Era uma voz de véia, beeem véia mesmo, véia zoadissima, bêbada. Tipo véia de cabaré, com décadas de fumante. E pra piorar ela ainda falava alto. Era de um jeito que eu me pegava umas duzentas vezes pensando em falar "caralho cala essa boca ninguém te acha engraçada, cantando menos ainda, vá ensurdecer o cão". Mas como sou paciente...eu tava muito puta já. Foi a viagem todinha isso. IDA.E.VOLTA. eu até fiquei naquelas, na volta "ah não ela não vai ficar gritando, todo mundo muito bêbado e cansado", lego engano.
Tirando isso, nossa. O IFPI de PII é muito gato, de dez a zero no do daqui. Era pra ser o contrário, já que o campus da capital tinha obrigação de ser topster. A cozinha é coisa de tv, tudo em inox e os equipamentos novinhos...no daqui, se a gente encontrar uma colher de pegar arroz já é um marco. Esse ano ainda espero conhecer o campus de São Raimundo Nonato, pois quero ir num encontro/simpósio lá, daqui pra junho. Imagino que deva ser tão bonito quanto o de Pedro II.
Daí a gente chegou lá, umas cadeiras muito chiques, palestra palestra palestra, meu celular me deixou na mão e um colega nosso colocou ele pra carregar numa tomada laáá em cima pra mim. Com isso eu não tirei praticamente nenhuma foto, só essa que ilustra o post (eu mal conseguia deixar as taças da degustação na mesinha que tava torta e os recheios dos pãezinhos tudo caindo hauahaha) e outra com as senhoras lá do curso. A gente se divertiu muito na degustação (juntou bebida, comida e análise sensorial de uns vinho doido...e eu "eita tem gosto de vinagre" hauhauah 0 jeitos).
Em conclusão com isso tudo eu posso dizer que não sou uma pessoa de vinho, que o litrão sai mais barato e que saudade que eu tava de caponata? Fizeram umas bruschettas (que nada mais é do que pão fatiado com coisa em cima) com caponata em cima e tava maravilhoso. Deviam voltar a fazerem aqui em casa. 🤔
Acho que é isso, né? Tirando meu desespero discreto em querer peidar sem poder e cheia de dor no bucho por isso, eu gostei muito dessa ideia de ir em outra cidade com os gastronominhos (exceto aquela mina, aquela mina já pode deixar de ir em posteriores eventos pra ontem) e espero ir em outros eventos.
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Sim, eu sei, bem desbocado como escrevo lá, mas não recomendo. Vai que em demais situações eu resolva copiar de lá novamente, né? Por enquanto é isso.
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♫Wreckless Eric_Whole Wide World - Alternative.mp3
