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29.12.10

Retrospectiva 2010

Pára tudo! Esse é um post programado pro dia 29, que estou fazendo no dia 26 porque no dia seguinte irei viajar novamente para Cabedelo. Logo voltarei com mais aventuras de uma galera da pesada.
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Se me perguntassem que foto traduz o meu ano inteiro, eu escolheria essa:

Oi


O que falar de tudo que aconteceu nesse ano? Ahm, vejamos... Logo no comecinho descobri que sou a mais nova universitária do curso de Letras/Inglês da Universidade Estadual do Acre [Piauí, Piauí!!]. Nesse mesmo começo, meu lado antissocial foi despertado e me afastei, como também me uni a muita gente. É, um paradoxo. Esse ano foi um paradoxo. Amei demais, mas queria amar de menos, sorri muito, muito mesmo, mas vi que sorrir demais pode atrair coisas ruins, eu assim acho.

Conheci esse ano gente muito legal, perdi contato com alguns, naquelas. É, ano bonzinho, diante do ano passado, esse foi beeem melhor. Hora de discutir as promessas do ano passado.

> Deixar de frescura e ir ver o bofe de vez;
Não me julguem, eu ainda não fui... Quero muito esse ano. Toda vez que eu penso que terei que ir com alguém e não tem uma alma feliz querendo ir comigo porque, "arre, lá é frio, nam", "arre, é caro a passagem". Aí fico naquelas. E, claro, corto relações, porque vocês são muito cagões, beijos.

> Conseguir o tão sonhado tom cereja nos cabelos;
Ahm, oi? Queria isso mesmo? Bom, antes de eu cumprir a promessa de passar no vestibular [que é alisá-los] eu pintei eles com um castanho meio mel e larguei mão de retocar o roxo. O alisamento clareou a tintura e pimba. E bem, é química, não posso pintar mais.

> Escolher de vez o que quero do meu curso, traduzir ou lecionar;
Eu ainda tenho três anos pra escolher isso mas, por enquanto, tenho preferência a traduzir.

> Conseguir ter 60 esmaltes;
Opa 60 esmaltes, confere? Rá!

> Comprar/ ganhar um PSP;
Passei um tempão fazendo pesquisas de preços em sites conhecidos ou não, mercado livre, o escambau a quatro. Desmotivei em ter um, muita picuinha. Daí eu resolvi comprar um Nintendo DS. Até porque queria justamente o psp pra jogar jogos da nintendo, e né, nadis a ver.

> Emagrecer o suficiente pra não ficar com pneus chatos;
Estamos seguindo para o agrado do freguês [oi?!]

> Comprar/ ganhar a tal paleta de 120 sombras;
Ná, sem chance. Não adianta. Alegria de pobre dura pouco.

> Dar um upgrade no pc [placa de vídeo/ 1gb de ram];
Eu fiquei falando o ano todo, mas nada. Talvez quando eu arranjar um emprego eu possa fazer isso sem ficar miandinho.

> Ter todos os livros do Dalton;
Pois é ein, gente! Natal acabou, mas ainda aceito presentes, rá.

> Aprender a gostar de usar batom;
Eu tô tentando. Uma pena que maioria dos meus batons sejam vermelhões e só possa usar um pouco pra dar uma cor à boca.

> Ficar mais madura e mais atenciosa com quem amo e com quem me ama;
Eu...tô, amor?

> Enfrentar a Cirrus [máquina pra diagnóstico de glaucoma].
Tenho medinho, mimi...Brinks, não tive tempo, deveria ir. Tenho até vergonha de ir lá, havia outros exames para fazer e não pude, nem lembro bem o porquê.

Algumas das promessas a se cumprir até o fim do próximo ano, apesar de parecidas, são essas:

○Se esse ano não conseguir, até o final do ano, pra ver o bofs;
○Emagrecer e virar gente;
○Deixar de ser infantil em situações maduras;
○Completar minha coleção de filmes do Hellraiser;
○Voltar com o roxo;
○Mudar de curso [ou não];
○Arranjar um emprego;
○Voltar a ter unhas enorrrmes, traveconas mesmo;
○Deixar esse ano sem paradoxos, amando mais, sorrido mais, tudo!
○Fazer auto escola;
○Usar mais celular;
○Parar de me pôr pra baixo;
○Voltar a usar lápis nos olhos;
○Parar de me excluir às vezes;
○Ler mais livros.
○Comprar presentes prazamiga no natal, sempre compram pra mim, e nunca compro.

Acho que tá bom, né? Qualquer outro que lembrar depois da viagem, eu vou e pan, coloco aqui. Creio que eu volte dia 5/01. Se houver alguma peripécia por lá, posto aqui.


beijis, bom anos novis.

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♫Depeche Mode_In your room.mp3

26.12.10

"Nem tudo é como você quer"

Ou, "Como estragar seu natal com um presente". Eu podia passar um parágrafo lindo dizendo que o natal é aquela mesma reca de sempre, mesmas pessoas, namorados de primas diferentes [sempre, porque sempre muda a cada ano]. Mas temo que eu precise parar com isso. Porque descobri que isso tá dando uma uruca dos diabos na minha pessoa.

Explicando: resolveram dar uma inovada no natal desse ano. Uma tia em específico planejou que pagássemos um buffet para fazer os pratos da ceia. Qual o problema disso? Que tooodos da família teriam que pagar uma taxa, ou seja, cada cabeça da família teria que pagar trinta mangos suados. E quem, no meu caso, comeria feito passarinho pra poder aproveitar o panettone só amor aqui de casa, como fica? Enfim, altas situações.

No fim, acabou não dando certo e várias pessoinhas da família ficaram aliviadas, enfim, aquela coisa. Diante disso, galere ficou meio aliviada e meio, 'bem que eu te disse!' com relação a essa ideia. Eu inclusive fui uma dessas pessoas. Falei na medida, é claro.

Daí a festa. Normalzinha, alegre, cervejinha gelada, nos normais. Chegou a hora do amigo oculto. Eu tava meio aérea porque eu não ouvia necas [além de anã, sou mouca, sente o drama] e ficava refletindo sobre o que falaria do meu amigo oculto e quem eu gostaria que fosse.

Um ponto pra adivinhar quem me tirou. Pimba, a pessoa lá que eu fiquei falandinho quando os planos dela não deram certo! Não era nem a segunda, tampouco a terceira vez que alguém da família dela, ou ela mesmo me tirava no amigo oculto. E os presentes eram coisa de outro mundo, já que tem uma graninha generosa no bolso. Opa, pacotinho, será uma jóia? Abracinhos, beijinhos, aquela coisa. Eu tateando de leve o presente...hm...um relevo...

Fui ansiosa abrir o presente e...


Reflitão ok


Sim, senhoras e senhores, isso mesmo que vocês estão vendo. Passo o ano dando lugar para pessoas mal cheirosas no azulão, passo uma hora em pé naquele diacho, sou simpática com as pessoas, até as mais toscas desse mundo de meu Deus, uma filhinha exemplar para mamãe, estudiosa [oi?] ... para receber isso mesmo. Um pen-draivi.

Eu não sei se falo algo além disso, mas foi bem isso o que eu ganhei. Deixando claro que nunca disse que precisei, pra ninguém, até porque eu sempre peço pra algum expert fazer slides em se tratando de trabalho em grupo, já que não me dou com o 'Páuer Pointch'. Nunca tive um, e agora tenho. Juro que já pensei num monte aqui, de coisas pra se colocar nesse coiso, mas viu, nada em mente.

Fora isso, ganhei um par de brincos de prata, um maiô e, o último, mas não menos importante, dvd do gato félix. Pardón por todos os presentes que ganhei, mas o mais tchararan que ganhei foi uma bolsa de oncinha perfeita que vi uma vez numa loja. Tô necessitada de uma bolsa há tempos, e essa nova me deixou até meio moderninha.

beigos.

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♫ Depeche Mode_Barrel of a gun.mp3

9.1.10

Retrospectiva 2009 q

É, é sim! Como eu viajei na beiradinha do fim do ano e só cheguei bem depois, bateu aquela preguiça de postar e o post da retrô acabou tardando...mas tá aqui! E vou ser bem rápida.

Comprar a Dual Core;
Daí toda aquela coisa do meu pc antigo der dito adeus. E toda aquela coisa de ganhar uma cpu nova e com configuração atualizada. E que veio com com...? Dual Co-re!

Emagrecer pra ficar bonitona pro bofe;
Ahm...nem deu certo...eu tô emagrecendo, mas da maneira mais leeeeenta possível.

Oh, vê-lo...;
Oh...eu juuuuuro que, se tudo der certo, em fevereiro. Sim, de 2010. Sim, eu sei que tá bem aí!

Passar no vestibular!
PASSEI!

Deixar unhas crescer novamente;
Tão aqui, lindíssimas, grandonas, e pintadas no meu tradicional vermelhón.

Fazer um curso de desenho;

Cara, esse ano [2009, oi] nem tive tempo. Enquanto eu pensava, tinha coisa pra estudar. Quem sabe esse ano?

Terminar Silêncios e Gritos;
Então, ele tá no pc antigo, e meu pc antigo, né...Diiiizem que ele volta em março, então, quem sabe.

Ir em shows do Almah;
Almah tá tão apagadinho, sabe? Tem nem aquela magia que o Angra tem. Morro de saudades dos show do Angra, do lado direito da plateia sempre, e evitando levar garrafadas do baixista.

Cortar os cabelos pelo menos uma vez na vida.
Siiim, eu cortei sim. No salão, fazendo a fina. Até pintar eu já pintei!

Eita, as promessas foram tããão poucas...espero que eu consiga produzir umas boas para cumprir em 2010, vam'lá:

> Deixar de frescura e ir ver o bofe de vez;
> Conseguir o tão sonhado tom cereja nos cabelos;
> Escolher de vez o que quero do meu curso, traduzir ou lecionar;
> Conseguir ter 60 esmaltes;
> Comprar/ ganhar um PSP;
> Emagrecer o suficiente pra não ficar com pneus chatos;
> Comprar/ ganhar a tal paleta de 120 sombras;
> Dar um upgrade no pc [placa de vídeo/ 1gb de ram];
> Ter todos os livros do Dalton;
> Aprender a gostar de usar batom;
> Ficar mais madura e mais atenciosa com quem amo e com quem me ama;
> Enfrentar a Cirrus [máquina pra diagnóstico de glaucoma].

E pan!

bjs.

6.1.10

Cabedelando e Jampessoando

Fui em João Pessoa e lembrei de você, piu piu.

Essa não foi uma viagem qualquer. Porque foi assim, eu não queria ir para lá. Passei o ano inteiro com asco de gente e, ter que conviver com pessoas novas seria um inferno para mim. Que não teria um pessoal da minha idade e, mesmo se tivesse, acho que ia ter a mesma vontade de matar um. Eu ficaria aqui em casa, na mordomia que quisesse, com um casal cuidando da casa. Mas e a praia? E as sete ondinhas tradicionais que fez meu irmão passar? Além de que, né, em que tempo que vou poder conhecer a Paraíbs novamente? Aí eu fui, mei lá mei cá.

A viagem seria bem longa, coisa de dias, ou melhor, litrões de horas. Como saímos meio tarde de casa porque meu pai foi pegar a carteira dele - ele dirige há décadas, mas não ajeitou ela -, combinamos de chegar na cidade do pai, e no dia seguinte, bem cedinho, seguir pra pê bê. Durante o trajeto, fizemos de tudo, eu com minhas amorosas Criptogramas, tirando algumas fotos de estrada/ solzinho feliz, curtindo altas emoções com os banheiros podraços de bar de beira de estrada, enfim...

Chegando na casa do pai, da vó, no caso, estávamos famintos. Com isso, fomos na praça arranjar o 'de comer'. Algumas pessoas bonitas, nada de mais. O negócio bom da viagem mesmo foi quando chegamos lá. Porque assim, Cabedelo era um bairro de João Pessoa que virou cidade, e era lá onde meu avô mora, e lá onde ficamos. A casa era bem pequena pro litro de gente que foi.

Dormi num quarto minúsculo com minha mãe e a minha cunhada. O calor nem se comparava ao de meu quarto na minha cidade, era beeem maior, tipos que não adiantava se molhar antes de dormir que o calor te pegava de jeito. Também teve as pessoas...sempre as pessoas. Conheci uma guria lá, que era o amor em forma de gente. É que eu não tenho jeito nem paciência com crianças, e ela foi uma das pouquíssimas das quais eu mantive uma relação muito fofa. Sem falar que ela é minha prima né. Super educada, sabia a hora de brincar e de parar, bem inteligente. Mas as pessoas são as pessoas que são, e tive que aguentar uma outra criança sendo o oposto dela. Um porre, dos piores digeridos. Mexia nas minhas coisas, daquelas de que tenho mais ciúme, e deixava solto, miado. E todo lugar que eu ia, ela queria ir atrás. Se eu fosse com meu irmão e cunhada comer um lanche, tinha que ser meio escondido, senão ela corria pra ir atrás. Paciência foi coisa que trabalhei naqueles quatro dias.

Eu cometi o pequeeno erro de, em dois dias, dormir até de tarde, tipo cinco da tarde. Eu ainda não sei onde achei tanto sono pra aquilo, acho que foi do ano inteiro. Poderia ter conhecido lugares lindíssimos, mas preferi dormir. Tá né, tenho outras chances, acho. Num desses dias de visitar a cidade, e que eu fui, conheci o centro de João Pessoa. Pense num lugar bonito, cheio de lojinha com aquelas coisinhas baratas. Tudo muito barato, tanto que comprei um óculos escuro e um joystick. Este, que há uns tempos atrás, só encontrava eles de 30 reais pra cima.

Não-posso-esquecer-do-sotaque, né? Você ia numa loja e encontrava o povo falando tudo cantando, com o 'ti' e 'di' bem reforçado, acompanhado de um 'visse?' no fim das frases. Eu achei muito simpático isso. Achei o jeito de falar deles muito parecido com o pessoal de Pernambuco, mas deixei, as cidades de ambos são todas bem perto uma das outras. E sim, pulei as sete ondinhas! Ainda aproveitei alguns minutos do ventinho frio da praia e bati um papo com minha cunhada e meu irmão.

E viu, pular as ondinhas e vestir e usar esmalte verde valeram a pena, porque eu passei no vestibular. :~

bjs.

17.12.09

Finally free! parte II

Mimimi.

Vamos continuar? -n

3° Round - Enem
Como vocês devem saber, teve todo aquele vazamento da prova, o dia sendo adiado pra dezembro, enfim. E eu achei até bom, já que na mesma época eu estava sem carro, e o local da prova era longe tipo muito longe mesmo. E, por essas incertezas, de transporte e afins, eu passei a ficar muito nervosa com a chegada do dia, de não dormir às noites. Recebemos envelopezinhos novos, e locais de prova também. O meu mudou consideravelmente, para um conhecido. Daí o dia. Demorei um pouco para encontrar minha sala, até porque tinha uma chatice de vai ali e vai aqui atrás de informação. Sentei na carteira, esperei, prova. Eis que noto um problema: a carteira era daquelas de um só lado. E, não sei se vocês sabem mas eu sou canhota [alá, no 16]. Tentei, de todas as posições e formas possíveis de fazer a prova. Encontrava um lado bacana, daí começava a doer o pescoço e as costas, e qualquer movimento brusco era aquele 'nhéééc' da cadeira.
Cu total. Quatro horas sofridas, além das 90 questões, todas contextualizadas. Visão do além, só o que tive. Quando eu achava que estava terminando, mais coisa. Saí de lá meio chumbada. No mesmo dia meu pai teria um compromisso, do qual nem lembro, e por isso não pôde vir me pegar. Peguei um ônibus lotado e fiquei com aquele pânico de pegar ônibus errado. Mas tudo ok. Cheguei em casa e caí na besteira de conferir o gabarito. Olha, só não vou dizer aqui porque o número foi deprimente, espero que valha pra pelo menos sentir o cheiro de passar. Segundo dia foi mais tranquilo, antes de entrar na sala eu pedi por uma carteira para canhoto. Até porque era o dia de redação, como que ia escrever numa carteira daquelas. Só digo uma coisa: minha pontuação foi baixa. Sim, baixa. E só.

4° e último Round - Federal
Na verdade, minha vontade nessa prova era de sair chutando, mas eu não podia. Era uma oportunidade né, então vamos lá. Dois dias também. Federal é a única que não gosta de mim, me pôs num local bem cafundó mesmo, do outro lado do local onde moro. Eu cheguei bem cedo nos dois dias, dessas horas de o portão ainda estar fechado. Não havia uma pressa, era mais temendo que nós não chegássemos cedo no local.
Enfrentei novamente o problema da carteira para destros. Mas tinha um outro problema: as carteiras eram etiquetadas. Mesmo eu chegando cedo, achei que não poderia fazer uma troca por causa da maldita etiqueta. Não era o litrão de questões que teve lá no enem, mas as dores de canhota pareciam ser maiores. Até porque lá só era uns ventiladores, e estava bem quente. A prova nem foi tão ruim assim, se comparada com o depois. Combinei com o pai: 12 hrs. Saí de lá onze e pouco. E nada de doze horas. E deu doze, e nada do meu pai. O sol começou a ficar mais forte, e eu sentindo ele me queimando. Pai só veio chegar lá pras 12:40. Chegando em casa, uma surpresa: as áreas expostas do meu corpo, todas vermelhinhas. Assim, vermelhas, como quem pega sol na praia. E isso que sou bem difícil de me queimar. No mesmo dia ainda fui à academia, tentei esconder com uma blusa maior, mas ficou tosco do mesmo jeito. Mas já estava pior, metade do braço branco, e o outro bronzeadjénho por horas e horas na parada pra voltar pra casa, isso no segundo ano, ainda hoje está em mim.

E o fim disso tudo? Esperar o próximo ano pra saber em quais (não) passei. Como já tenho uma ideia, nesse dia acredito que dormirei o dia inteiro só para não ter que ouvir gente me enchendo com uns 'ohh, não passou. Vai pra uma particular.', 'que tragédia, tenta de novo'. Eu cago, porque já sabia.

bjs.

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♫ Dream Theater_Light fuse and get away.mp3

16.12.09

Finally free! parte I


Mais uma da sessão 'esmalte cagado'. E na mão,
presente que ganhei do amigo oculto da academia. Vai durar décadas.


Ai gente, tá difícil de acreditar. Fi-nal-men-te eu tô livre de vestibular, colégio e afins. Ok, não totalmente, porque preciso resolver algumas coisas na escola, umas provas, mas digamos que eu esteja praticamente livre. Daí eu tenho que cumprir minha promessa, certo? De falar sobre os meus vestibularezinhos.
Vou aproveitar até a brecha pra falar do primeiro de muitos. Ah vá, naquele tempo nem tava com vontade de falar dele. Agora posso.

1° Round - Particular
Daí que a moda por aqui é fazer o vestibular de uma particular para 'garantir o terceirão'. Eu fiz pelo mesmo motivo, já que nunca fui muito com a cara de faculdade. Não sei, não olho competência. Mas bem, no geral, nem curto. E fiz também para ver se consigo passar ao menos numa particular. E assim fui. Fiz a inscrição, tudo ok. A vantagem era do local ser mais perto, além do preço ser o mais gay possível - um brinquedo educativo. Escolhi o curso mais próximo do meu (Letras). Procurando um curso cabível, dei de cara com cursos que beiravam minha confusão ao escolher um curso. Cara, comunicação da web. Foi ruim para mim porque eu já estava praticamente na reta das retas finais. Mas tolerei.
E sim, a prova. Meu maior medo é de que a minha trilha estivesse errada e que me perdesse. O local era perto, mas tinha essa chance. Prova, era por volta das dez horas. Minha trilha era pegar um ônibus aleatório e seguir para próximo do local. Nisso, andaria uns bocadões até o meu destino. Não era tão distante ao ponto de ter que pegar um busu, mas eu estava com pressa, tipo nove e vinte poucos. Era eu, bolsinha esperta e o jogo numa sacola. Subindo no ônibus, meu momento Aurora: cai um chaveiro meu, e isso eu notei depois que alguém me avisou, e ao pegar o chaveiro, cai bolsa com jogo e tudo. Meda, muito meda. Quando isso acontece, parece que o resto das coisas passam a ficar negativas. Quase perco meu ponto, e ainda demorei pra encontrar a entrada da faculdade. A prova era feita no computador, tudo muito chique. Eu cheguei lá 9:40, nem sei como consegui essa façanha. Engraçado que provas de vestibular costumam ter de 60 a 65 questões, e neste, somente 25 questões, com direito a redação. Quer dizer, não era exatamente uma redação estilo vestibular, era tipo uma carta. Fazendo algumas questões da tal prova e largando a parte de me concentrar, notei que a mesma era uma espécie de simulado de vest, e no fim até mostrava as questões que você acertou. Fiscalização era algo banal, até porque o cara lá tava vendo orkut. Tudo muito lindo né, mas eu até previa.
Terminada a prova, estava tão relaxada que quis voltar para casa andando. Nem me cansou, sapatos não doiam. Depois que a pessoa arranca o peso dela, quem se importa? Após a chegada em casa, eu resolvi pedir um milk shake pelo delivery, mas isso é outra história, e prefiro esquecer. Ah sim! E eu passei viu.

2° Round - Estadual
É a prova de que eu cogitava mais em passar. Daí as pessoas falavam, 'mas cara, é longe da tua casa'. Sim, mas eu queria era a estadual e pronto. Além do fato dela ser específico, não queria que a minha escolhida fosse a federal pois eu teria altas aventuras em ver pessoas das quais eu não tenho a menor vontade de ver hoje. Tipo, você lá, aí bate aquele passado e você fica até deprê, sabe? Mas de qualquer maneira, ficarei conformada se passar em qualquer uma mesmo. Eu estava [e estou, oi] com tanta, mas tanta vontade de passar, que dei a louca e, na véspera do primeiro dia da prova, passei o dia estudando. Língua Portuguesa só interpretação e a parte gramatical. Inglês era aquela regra amorosa passar olho em detalhes do texto. Literatura é que podia me derrubar. Nisso, comecei a estudar tipo umas 2, 3 da tarde e só terminei lá pras nove da noite. Tive até uma briguinha com minha mãe, por ela achar que eu estava dormindo essas horas todas, e não cuidando. A estadual foi fofa comigo e me pôs num local tão próximo que também dava de ir andando, sem ônibus nem nada. Minha sorte é que boa parte do que estudei no dia anterior havia caído. Saindo da prova, gente. Foi uma coisa sem explicação. Parece que todo aquele peso na consciência e tristeza que eu tive no decorrer do ano sumiu. Me senti tão bem! Segundo dia estava tão chumbada que fiz a prova levando. Sim, na esportiva.

Os outros 'rounds' eu faço em outro post, senão esse ficará gigantesco.

bjs.

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♫ Oingo Boingo_Where do all my friends go.mp3

11.12.09

Sobre confraternizações

Todo ano, no Natal, ocorre com minha família. Aquele monte de parentes juntos, todos muito bem arrumados e escovados, aquele sorrisão nos dentes, afogados em coca-cola e cerveja, e seus presentes guardados em cantos da casa, ou na árvore. Chegada as onze e pouco, todos juntos e ouvindo atentos - ou não - o discurso, a reza, e depois, todos abraçando-se e aprontando-se para o amigo-oculto. Estamos aqui para falar disso? Nem.

Falo de confraternizações fora de família, daquelas que você tem que fazer um social esperto com gente que você nem conhece. Recordo pouco das minhas ocorridas. Colégio, em principal. Umas semanas, todo mundo tirava o papelzinho, e às vezes a pessoa tirava, via aquele nome e pensava, consigo, 'quem caralhos é esse cara?'. Aí passava uma semana olhando todos os coleguinhas e reparando nos nomes e tudo. E se fosse um conhecido? Só alegria né. Saberia o que dar, e até o que falar no dia.

Particularmente, nunca tive problemas com amigos-ocultos, tampouco com presentes. Meu nome sempre foi muito doce nas salas e entre colegas [sou popular, rere], então nunca ocorreu de fazerem um elogio ou ofensa à pessoa errada. Quanto aos mimos, todos muito estranhos. Ganhei entre aqueles famosos ursinhos numa caixinha azul-transparente [oi?] até jogos educativos que nem criança resolvia. Dos que jamais me esqueci, é um que ganhei na oitava série, uma barra de chocolate Diamante Negro. Esse não valeu muito, porque passou uma lista na sala dando dicas de presentes, fui direta no meu pedido, meu amigo-oculto idem. Todos dados com muito carinho. Claro que eu precisei queimar alguns, mas ok. Mentira, rá.

Falei e falei tanto só para falar que voltei à essa de confraternizar. Diante de tantos que houveram no colégio e eu recusei participar devido ao meu baixo nível social com a sala, resolvi ceder justamente à academia. Assim, só a turma do jump. Mesmo assim, tenho meus altos e baixos. Algumas gurias que me dão asco apenas com a presença, e outras que são apenas figurantes, algumas que gostaria que fossem amiguinhas minhas e...enfim, tem aquelas variações básicas. Atualmente, meu ódio platônico - ou não - tem sido de uma guria meio oferecida. Ela malha de uma forma estranha tipo puta mesmo, sabe? Tipo não, deve ser mesmo, maior cara de dada.

Há as gurias-fofinhas. Uma que faz aula comigo tem um tempo, lembra bastante a guria do Cold Case. Já fiz até massagem nela, às vezes a gente se esbarra nos papos e se fala. Uma graça. Outra que parece um docinho é a Miss Sunshine [ok, a menina é mais bonita], sósia também. Um dia, o mesmo em que tiramos os papéis do amigo-oculto, ela puxou papo comigo na hora de ir embora...Daí soube da idade dela, o que faz da vida, até do que a irmã dela faz. Mas adivinha? Ela não me falou seu nome. Deu até vontade de dizer a ela que se parece com Abigail [sim, o nome da criança sunshine é Abigail], mas vai que ela nem conhece e, se conhecesse, acharia uma ofensa.

A festa é daqui a algumas longas horas, pela noite, mais ou menos sete horas. Não vejo a hora de acontecer, altas comidas e presentinhos. Se for bom, conto aqui.

bjs.


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♫ Garbage_Thirteen.mp3
► Repeat: 4 times.

25.6.09

Titulay

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Oncinha, diga oi.
-n
ok.
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Porque apareceu o Enem que, se eu não fizer, não tenho a possibilidade de passar na federal;
Porque ele me obrigou a fazer título e cpf, coisas essas que adoraria poder não fazer;
Mas que sem elas eu não poderia votar e, lembra? eu tenho 18 e agora isso é obrigatório.

Na verdade, eu sou uma viada fresca. E essa frase só será justificada depois. Tô em época de vestibular, né? Pois bem. Acredito que vocês tenham se informado de que o Enem [vulgo 'passando você roda o país'] virou um "método" para entrar na universidade. Daí que você faz uns litros de questões, todas as crianças do terceiro ano e anteriores que se inscreveram, no Brasil. Sua pontuação vira um passe para cinco opções de universidades ingressadas. Claro, você só pode escolher uma. E não é obrigado a ir para tal cidade para só fazer o vestibular. Faz na sua cidade. Se os seus pontos forem compatíveis com a pontuação do curso que tu quer, é aí que você terá que ir para a cidade.

Meus planos seriam ir para o litoral, mas devido a certas cuzagens, acabei nem indo. Mas tenho planos fortes de fazer meu curso querido em outra cidade. Pois bem, para se inscrever, precisa do cpf, e eu não tinha. Tipo, 18 anos, tempo de ter, e eu não tinha ainda, cagava total para isso. E essa semana eu decidi fazê-lo, porque me amedrontavam dizendo que não daria tempo, que demorava um mês para ficar pronto. Eu fui super aliviada aos correios porque eu tinha companhia para ir [assim, eu morro de nervoso de ir comprar algo, fico tremendo e tudo. Não me pergunte o que é, porque nem eu mesma sei o que é]. Cheguei lá toda feliz "rere, quero fazer o cpf". Daí o cara, "precisa da identidade..." e eu lá toda supimpa e orgulhosa tirando a bendita da bolsa,"...o título...". Aí fiz cara de q. E olhei com cara de pânico para *C*, que me acompanhava. Ela me falou, "ahh, é mesmo, tinha esquecido que precisava do título". Aí sim que eu peguei meda do atendente.

Isso foi umas semanas atrás. Essa semana, fui embora mais cedo para fazer o bendito título. Meu pai foi junto comigo para que eu não me perdesse, coisa que parece que adoro fazer. Até porque ele fez o precioso favor de tirar cópia da minha identidade e comprovante de residência. Não foi muito demorado, logo era minha vez. Antes disso, uma guria, também na minha mesma situação, me olhava com cara de pouquíssimos amigos. Ou ela sabia que eu era concorrente, ou então reparou que eu notei que ela tinha colocado o blush errado. E botou mesmo, parecia uma índia butucuja que dava medo. Caguei no maiô pra ela.

Na parte das perguntas, meu pai me sentou na cadeira gigante que eu não alcançava [anã é a sua mãe ein]. E falou, "responde aê, que você tá bem grandinha pra isso". No meu pensamento, "que bom que agora você reconhece isso". Daí aqueles comentários, "rere, ela vai tirar o título para fazer o cpf e se inscrever no enem". Tá pai, ninguém sabe dessa. E, ao responder as perguntas, ele falava por cima. Grandinha pra isso? Acho que o senhor não deixa. "Você tem irmão gêmeo?", "Nã.." "Não não, só um irmão, mas é dois anos mais velho, daí nem dava né". Mematadevergonha, papai.

E hoje, depois do almoço, fui fazer o tal cpf. Claro, de repente, me deu aquela neura de falar com o atendente. Falo para os outros que, vai que o cara me engole, mas na verdade não sei o que é. Como as pessoas daqui são, desculpe a expressão meus queridos conterrâneos, matutos, acreditam que sejam frescura. Minha mãe mesmo, me disse que a irmã dela era desse jeito e o vovô, para ela parar com isso, batia nela. E a mãe precisou me ameaçar para que eu fosse. Num acesso de toc, verificava diversas vezes na minha bolsa se estava tudo ok, se faltava algo. Me ajeitava, não achava legal. Daí fui. De cabeça baixa, claro. Não foi muito tenso, na verdade. A única que me fez pensar num 'fodeo vol corrê' foi que peguei justamente um comprovante de residência em que o cep era um daqueles aleatórios, que caso o local não soubesse o seu. Mas foi de propósito ein. Ele podia muito bem pesquisar meu cep. O número do meu cpf só poderei receber em dois dias. Depois disso, me inscrevo logo nesse treco e deixo de neura.

Uma vez, nas férias, eu estava com um desejo tremendo de pedir um x-bacon. Até porque, como meus pais estavam viajando, *C* não ia com frequência aqui. Mas minha neura era maior. Só o fato de saber que tinha alguém da outra linha falando comigo, era temível. E era uma soma de tudo, porque não gosto de falar ao telefone, muito menos de falar com atendentes. Acabei ligando por insistência do bofe, que faltou me ameaçar de tiro [mas nem assim ia, serião]. Liguei para o cara tremendo e com as mãos geladas, quase chorando. E isso que eu tinha copiado tudo o que eu iria dizer a ele. Lembro bem que, antes do sandubete chegar, coloquei desodorante umas três vezes para recebê-lo. É, tipo, X-bacon, vou ter um encontro com ele e tal, mó gatão. Mas bem...
preciso-me-tratar.


bjs.

pê-esse dois pontos - o post anterior tava meio fubenga, né? Pois é, vi que ficou meio seco, nem editei. Um dia quem sabe. Ou não.

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♫ YYY_Y-Control.mp3
► twice

31.12.08

Réveillon e suas crendices

A nível de curiosidade, passei alguns dias a me perguntar o porquê do termo 'réveillon', já que a gente pronuncia algo como 'reveion'. Ou a gente é matuto e não sabe falar direito, ou então não sei. Pois bem, a senhora wikipedia me disse que, "A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em português significa 'despertar' ". Tá bom então.

Mas o fato de vir aqui não é tão pelo nome mesmo, é mais pelo litros e litros de superstições que as pessoas fazem para obter um bom ano novo. Não que eu seja cética, eu só acho que o fato de você não pular as sete ondinhas não quer dizer que as chances de você se ferrar legal no ano seguinte é maior. São coisas, tradições, que as pessoas fazem acreditando que assim terá um ano de muita paz, amor, dinheiro, e outros trocinhos que mundinteiro gosta.

Hoje mesmo eu ouvi um diálogo de minha mãe, que ouviu outro diálogo de umas outras pessoas, que estavam a comprar roupas para a passagem do fim do ano. Uma fulana escolheu um vestido preto, mas a mãe e a prima da guria fizeram cara feia para a opinião dela, na justificativa que "Ave menina, preto atrai energia negativa, tem branco não?". E é isso.

Quem disse que o preto é obrigado a atrair energia negativa? Só porque é uma cor...escura... não quer dizer que ela significa o azar do inferno do capeta que vai te tornar uma desafortunada no ano de 2009. Até porque isso nem é uma tradição católica, como muitos que são. Segundo meus antigos estudos que nunca esquecerei na minha vidinha sobre a tradição celta, eles sim foram os pioneiros por criarem essas tradições. Algumas foram alteradas e atualmente acaba vindo uma bagunça, falo essas das tradições celtas, das tradições das cores que "fazem bem" e que "fazem mal".

Oooou seja, não é porque aquela sua tiazona efusiva e solteira vai toda de vermelho pra festa da virada de ano que ela vai estar "cheeia de amor pra dááá". É capaz que próximo ano ela nem pegue ninguém, só por sorte mesmo. Experiência própria, já usei rosa num desses réveillon's da vida e não senti diferença nenhuma. Só não dispense a champanhe, gente pobre só toma champanhe uma vez no ano e olhe lá.

So, Feliz ano novo bem tamain do mundo procês!

pê-ésse dois pontos Mudei o template. É o mesmo que eu uso no meu blog-teste do Wordpress. Pelo menos vou largar um pouco essa mania de criar banner e background e me aquietar um pouco. Sem falar que aquele roxo de bolotas altamente gay enjoa né.

15.12.08

Oi, psiu bjs

Só faltava uma dessas pra comemorar. Ou não.

Passar a noite de domingo nervosa com uma prova logo na segunda pode não parecer um bom pressentimento. Pelo menos deu para dormir supimpa, isso se às quatro da manhã eu não tivesse acordado com os miados suspeitos do meu gato. Enfim, hoje foi minha segunda prova do passaporte para o inferno, vulgarmente conhecido como psiu. Essa semana a revista Claudia disse que o fato de acontecer coisinhas ruins no dia-a-dia pode nem ser praga, macumba-lelê ou coisa afim, mas sim porque a própria pessoa atrai energias negativas como 'vai dá tudo errado' ou 'ô Jeová, segura essa pra não ferrar de novo'. Se fosse isso, eu até tentaria parar, mas eu não penso em nada de ruim, ao contrário, elas vêm e com muito gosto. Sem o meu conssentimento. Mas enfim, vamos ao que interessa, né.

Como falei bem no começo, eu já estava nervosa no domingo. Naquele mesmo dia eu fiz algumas questões de provas específicas com minha amiga, o que me deixou um pouco mais segura. As provas, que anteriormente eram elaborada por uma universidade de outro estado, este ano fora feita pela universidade daqui, o que seria uma experiência nova, quem sabe até mais confortável. Arrumei minhas coisinhas bem pela noite de domingo pra evitar qualquer tipo de nervosismo além do que há pelo psiu.

Chegando lá, tudo bem, acredito que cheguei umas sete e pouco, encontrei algumas colegas do colégio, recebi apoio delas e encontrei minha sala. Sentei no meu canto e ok. Até lá, tudo estava bem, eu com duas canetas "confiantes" (confiantes sim, pois sabia que elas não iam falhar comigo), lapiseira, uma carteira não despencável...é.

Numa determinada hora, um dos fiscais de minha sala avisa a hora da prova e fala que para marcar o cartão é para usar caneta preta. Seria tudo ótimo se, de tanto medo que algo ocorresse, eu acabasse esquecendo que minha prova anterior fora feita com caneta preta. E eu, com as canetas confiantes, ambas eram azuis. AZUIS. e a cor que dizia ser lá no manual do psiu e no cartão-resposta dizia ser preta. E pior, nem trouxe uma preta por precaução tava altos confiança em tudo e eu esqueço desse detalhe. Daí eu caí no desespero. Na minha sala tinha um monte de gente esquisita, com cara de gente rica de colégio particular alto nível dos altos. E eu lá ia pedir pra algum deles, até porque os que tinham caneta preta, já haviam emprestado para outros esquecidos como eu.

Eu procurei fazer a prova tranqüila, por mais que meu pé estivesse a um passo da eliminação. E eliminada, acredito que teria que fazer o geral. E este eu temo, muuuito, em fazê-lo. O texto de português estava confortável, falava sobre o internetês. No outro texto, acho que falava de crimes graves em que o criminoso era absolvido e em outros que eram não tão graves assim, a pessoa era presa, algo semelhante. No terceiro, era uma charge. Pela segunda vez, a prova de inglês me decepcionou, parece que eu tava fazendo era a prova de francês. Enfim, houveram duas questões dadas, e isso me animou um pouco.

Não sabia como ia ficar minha situação com relação à cor da caneta, então tentei simular de que estava caçando a caneta e não achava, e que tinha começado a ficar desesperada. Chamei o fiscal dizendo que havia perdido minha caneta, dizendo ter deixado no carro. Ele conseguiu uma caneta pra mim e consegui fazer a prova mais tranqüila. Ou não. Não mesmo.

Bem quando eu estava perto de terminar a parte de geografia, um certo concorrente que tava louco para ferrar aqueles que tem dificuldade de se concentrar, estava abrindo um pacote de wafer. Você tem noção do quão barulhento é o ato de abrir um pacote de wafer e, pior, comê-lo? Pois meu 'amigo' concorrente abriu com toda a delicadeza de um elefante o pacote, e isso lendo uma questão de história. E história vocês sabem, tem um litro de textos, e tem que ter uma concentração legal. Eu ia lendo uma alternativa, e só escuto o 'cróc!' do miserável mordendo o wafer.

Tive que me concentrar mais do que eu podia. E o pior, ohh, e ainda tem coisa. Como a caneta era emprestada, eu teria que devolver à pessoa, que já queria ir embora. Aí, eu tive que apressar por causa do/da concorrente. Eu não duvido muito que tenha saído uma pontuação ruim na de história, acabei chutando as três últimas. Pra você ver como o povo é legal com os concorrentes. Saí lá 11:20 fora do horário de verão.

E quanto à coisinhas de colégio, eu fiquei de recuperação mesmo, claro. Fiquei em português [ohhh! pois é né], literatura, história e biologia. Pelo menos terça-feira eu já ficarei de férias.

so, bjs

13.8.08

Sessão 'flechi-bequi' [Momento psiu - Primeiro]


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Para pôr um pouco de humor, Deli-chan [acho que era esse o nome...]
"tchancãtchaaaaannnn" q/ preciso voltar a ver T.N.N.
Otakus, rum ¬¬
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Como prometi no post anterior à esse [em cima desse. Ou embaixo?], vim aqui desfrutá-los da minha maravilhooosa experiência com o meu primeiro psiu [Programa Seriado de Ingresso...bah]. Vou começar logo um dia antes dele, que no caso foi num sábado. Eu não queria, mas acabei ficando um pouco desinteressada com ele. Saí até mais cedo do msn e afins, e aproveitei a horinha para pintar as unhas, que na época estavam grandes [e que atualmente estão crescendo]. Acabei me empolgando, e quando dei por mim já eram meia-noite. E o mais legal, não estudei nada.

Ok, fui dormir, minhas unhas ferraram todas e ficaram com a marca do lençol. Nunca imaginei que fosse tão esquisito acordar no domingo umas sete e pouco, sendo que estava nublado. Seria legal se nessa época tivesse aula, daí seria mais divertido. Uma das coisas mais legais era que a saia que eu planejei para usá-la no dia foi mijada pelo cachorro da minha casa. Mas eu estava tão desesperada, e eram só umas horinhas com aqueles concorrentes, e um pouquinho de perfume ajudaria, né? [EEcaaaaa hauhauhauahau]. Sem falar do meu cabelo. Com as férias, eu relaxei e acabei sem retocar o roxo, daí o cabelo fica loiro, então eu passei rímel, de maquiagem mesmo, e fui linda e feliz pro colégio onde eu faria a prova. Coisa mais comportada e limpinha hauhauhauah

Chegando lá ok, no meu cartão de inscrição acho que já tinha o número da minha sala, não recordo bem, mas não demorou muito para encontrar meu nome [tinha uma lista em cada porta]. E quase como um vestibular, acho, pra quem já passou. Daí entregaram as provas ok ok, nos "fines". Eu estava fazendo minha prova, de boa, marcando, lendo umas duas vezes cada questão [pra quem não sabe eu tenho dificuldade de concentração, e pra isso eu leio duas ou mais vezes, até com silêncio].

E, do nada, começo a ouvir gritos masculinos e ávidos por futebol. Putaquepariu, por que tiveram que botar, lá perto do maldito colégio, um projeto de campo de futebol, com gente gritando que nem louco?! Eu pirei que nem eles né, fiquei mais aperreada que burro andando pelos lados. E lembra quando eu disse que tinha dificuldade de concentração? E que eu tinha que ler de duas ou mais vezes? Pois eu passei a ler quatro, cinco vezes uma mesma questão.

Eu estava derrotada. Podia ter dado um "show" na prova demonstrando meu inglês e minha gramática, mas os gritos me atrapalhavam tanto que eu não conseguia pensar direito. E pra variar, as janelas do colégio estavam abertas e eu sentava justamente embaixo de uma, daí foi só alegria, gritos pra todo lado. Pior ainda é que os caras eram bons mesmo, pois cada gritão era um gol e eles gritavam quase sempre.

E além dos gritos, dos gols, de eu ler várias vezes e ter medo do tempo acabar, meu pai estava esperando lá fora. Deve ser super chato pra ele ter que esperar quatro horas num carro ouvindo rádios dominicais. Legal, várias coisas para eu me preocupar. Pelo menos isso tudo ia passar, em quatro horas.

Bom, no fim de tudo, eu fui uma das últimas a sair da sala, isso ainda chutando algumas questões sem lê-las [olha a competência da guria], descobriram que eu passei a noite anterior sem estudar e me vieram litros e mais litros de sermões. E sermão de amiga mais velha parece sermão de mãe. Só que o dela é pior, dá vontade de ficar dizendo 'aham aham aham' toda hora e sair correndo tapando os ouvidos, um saco isso. Mas depois de ter feito a prova, eu tirei um peso de mim e me senti livre, feliz. E aproveitei pra ir correndo retocar o roxo e pôr a saia bem longe de mim!

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aiii, há tempos eu não postava tão pormenoricamente [essa palavra existe?]
sexta, providenciar tudo pra inscrição do segundo. O desse ano é na segunda, mais uma sensação diferente!
Me dêem sorte para alguma notícia boa amanhã! :~~

bjs.

14.11.07

Tropa de Elite! [Concentração]


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Parece até que eu tô tendo um orgasmo nessa foto...
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Bom,quem pensou que o título do post é dedicado ao filme que hoje eu abomino,engana-se.Sábado da semana passada eu fui à gincana do colégio.O fim da semana tive que ir a alguns ensaios da mesma,o que pra mim foi estressante,mas que teve um fundo de divertimento.Na quinta [8/11] avisaram que era pra vir à tarde ao colégio,que teríamos a última reunião geral,o que também incluiria o ensaio da abertura e do grito de guerra.Então,eu teria que ir.Pra saber do dia de pegar as camisas,e outras coisas.E o mais legal ainda,foi a coordenadora avisar que não teríamos aula na sexta,pois era véspera da gincana,e assim alguns grupos podiam organizar melhor uns ensaios,entregas das camisetas,e algo que estava faltando.Bom pra mim, né.
Cheguei um tiquinho atrasada,mas cheguei em tempo.A sala estava cheia de gente de um monte de série,e uma inhaca que já tava abafando.Eu já tinha um dinheiro contado para comprar meu ovomaltine.Eu sairia de lá e iria pro shopping.Só que eu tive que pagar uma pequena taxa,pois o grupo tava precisando de uma arrecadação básica.Então,lá se foi o que eu queria.Até que com R$4,50 eu podia comprar algo, um biscoito, hambúrger, etc.Depois da reunião geral,tive que ensaiar a abertura.Organizaram os primeiros da fila por estatura.E como sabe-se,sou uma anã.Imagine só,eu,tímida,todo mundo olhando pra mim?Além de que,qualquer erro na fila é responsabilidade minha né?Odeio ter que lidar com isso,mas vamos lá.
As coisas não estavam dando certo,na curva da fila a gente acabava se enrolando,e imaginei que a culpa fosse minha,só vi que não era eu o problema quando outros reclamavam de que na curva tudo virava bagunça.Até que tomaram a decisão de retirar algumas pessoas para que a curva fluísse legal.Um monte de gente foi embora e eu tive a burrice de ficar,não sei pra que diacho.Resumindo: a reunião,que era 15:30,só terminou lá pra 18 horas.Pegar camisa na sexta,às 17 horas.Sem falar que disseram que ia ter ensaio na sexta-feira às nove.Da manhã,vê se pode?Tava tão de noite e eu tão desmotivada porque não podia comprar meu ovomaltine,que resolvi ir pra casa mesmo.
Dormi uns montes,namorei uns montes,e namorei tanto que acabei nem indo pro ensaio.Se eu fosse,ia dar errado mesmo.E eu nem sou pessimista,é que sou bem desastrada,e não queria estragar tudo.Nem dormi à tarde.Cheguei um pouco atrasada pra pegar a camisa.Nem pensei que fosse tão rápido.Simplesmente fui lá,perguntei onde era a sala de entregar as camisas do meu grupo,falei meu nome,série e turma,recebi a camisa e pronto.Só,que dessa vez,eu peguei meu dinheirinho contado,e fui ao shopping comprar meu querido ovomaltine.Só não foi essas coisas porque ele era só de 300ml,não fazia nem cócegas no meu estômago.Fui malhar,voltei,dormi mais montes.Quero é ver no dia seguinte,o dia!Depois eu posto o 'dia'.Sem tempo, ok.


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/listen: After Forever_The key [voltando a ouvir gothic metal :~]
/repeat: 3 times.
/video: mortes do kenny
/link: ooorra ooora
/community[new!] : menine

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