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26.10.17

Dear Future me,

O que eu espero do meu futuro? Que esse menininho continue me olhando.

Nessas de imaginar "cara, que daora vida, que tudo, falta nada" eu me lembrei dessa carta que fiz durante um ~ócio criativo, escrita para mim mesma, com coisas que esperava acontecer comigo após cinco anos. O que ocorre é que eu estava maravilhosamente cagada da cabeça na época em que a escrevi, ou seja, altos mimimi e um coração partido, luto, sem perspectiva de vida, etc. Havia feito a carta em novembro de 2016, então águas vão rolar, vai ser show. Pensei se deixava essa danada para a retrospectiva, mas eu tenho um tanto de coisa para escrever especialmente sobre esse ano, então vou abrir essa carta exatamente agora (dia 26/10, 02 e pouco da manhã), enquanto faço esse post. Vou ler, reescrever aqui. A carta dos próximos cinco anos real oficial eu vou postar aqui? Claro que não! Porque eu sei que vou ficar lendinho e conferindo as coisas igual faço com as retrospectivas e a intenção não é essa. So...here I go.
"E aí, coisinha.
Deixe-me adivinhar, antes de começar esta carta: Você vai reclamar da letra, do jeito que irei me expressar e bocejar em todas as piadinhas que eu farei no decorrer da carta, até porque você não as usa mais. Na verdade, você tá certa, mas enfim, vamos lá. Como você tá, ein? Eu nem sei por onde começar. 2016 foi um no bem arrebatador, seu melhor amigo e amor da sua vida morreu, você largou um concurso que ia ser chamada porque ia atrás do sonho de ser cozinheira. Você fez vestibular, cujo resultado eu desconheço. Isso tudo me fez acreditar que eu não fosse suportar o resto da minha vida, já que a melhor parte dela tinha ido embora. Eu espero, de coração, que você esteja melhor, feliz, trabalhando no que gosta, e bem mentalmente.
Apesar de sorrir pelos cantos, você guardava um coração partido e poucas expectativas sobre a vida. Espero que nesses cinco anos você tenha recuperado isso, sozinha ou não. E por falar em estar sozinha...já encarou os fatos e percebeu que você é a sua melhor companhia? Tem esse rapaz que vez ou outra aparece, o *A*. Você sente algo forte por ele, mas não tem ideia do que seja. Ele dá uns sumiços, te faz perder as estribeiras, mas te faz rir como nunca mais haviam feito nesses sete meses sem o Rodrigo. Aqui, de fora, desejava que isso tivesse ido para frente. Mas, sinceramente, eu ESPERO, NA MORALZINHA, que você tenha se livrado dele. Eu não vou acreditar nos meus olhos se você, nesse exato momento em que lê essa carta, ainda ficar levando desprezo desse macho. CINCO ANOS! Não, ia amar se você fosse soltar um 'quem djabé esse?'. FAÇA ISSO!
De verdade queria que você encontrasse alguém nesse tempo. Alguém que te curtisse, que quisesse seguir a vida contigo e que te trate como uma princesinha, você já tem essa vibe meio de se achar 'lixosa'. Hoje (2016), não me acho merecedora de um novo amor; sei lá, eu vivi algo surreal e lindo com o Rodrigo, não consigo me imaginar privilegiada por um amor, novamente.
Saca que se em 2016 você tem 25, em 2021 você terá 30 anos, né. Isso implica muitas coisas. Isso envolve ter estabilidade financeira, quiçá morar só e quem sabe um morzão. Caso não role a última opção, é porque há algo de muito errado com você hahaha *risos nervosos*
Em 2016 você tem repensado a ideia de querer filhos. Alguns ~sinais~ acarretaram nisso, fora descobrir que o sonho do *A* era ser pai, e que ele seria um ótimo pai, o que é até estranho, já que você só 'gosta' dele. Tem coisas que você faz (ou fazia) que eu odeio, mas faz do mesmo jeito. Sério, você é adulta agora. SE AME, curte você como é, cada dobrinha e celulitinha. Não namora com quem tu não curte, não, guarda seu coraçãozinho pra algo mútuo. APRENDE A DIZER NÃO, PORRA!! As pessoas já te deram tantos foras, já cagaram na sua cabeça e tu aceitando coisa que não quer. Por favor, para com isso. Seja você, diga não e o raio que o parta. Para também com isso de se diminuir. Todos nós temos problemas, você inclusive. Desabafa mesmo, tanta gente já te alugou esses anos todos. E o mais importante: não perde tua essência. Não deixa de ser você pelos outros, não. Nunca deixe de ser engraçada porque essa é uma das partes que as pessoas mais gostam em ti.
Não chora mais pelos cantos, não se machuca. Acho (e espero) que a vida te reserva algo muito bom. Espero que aí, em 2021, você esteja feliz como sempre quis.
SE JOGA, VIADO!
(ei, eu tenho rugas?) =^;^="

O post já tá gigantesco por conta da carta, mas vou comentar que nunca achei que fosse a melhor amiga que nunca tive! E eu comecei a escrever aqui e pela primeira vez eu posso dizer que chorei de felicidade. Não tive tempo de comemorar ou algo do tipo quando soube que havia sido chamada pro curso, e quando li sobre o vestibular eu vi o tanto de coisa que aconteceu comigo esse ano inteiro. O emprego, o curso, o Danilo, tudo. Sou muito grata por tudo. Eu comentando sobre boy antigo a gente releva, né...eu praticamente cega por alguém que só pisava em mim. Não se passaram cinco anos ainda, mas estou muito feliz com a Cláudia que me tornei em menos de um ano, de verdade.
E é "só" isso.
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♬XTC_Complicated Game

17.12.09

Finally free! parte II

Mimimi.

Vamos continuar? -n

3° Round - Enem
Como vocês devem saber, teve todo aquele vazamento da prova, o dia sendo adiado pra dezembro, enfim. E eu achei até bom, já que na mesma época eu estava sem carro, e o local da prova era longe tipo muito longe mesmo. E, por essas incertezas, de transporte e afins, eu passei a ficar muito nervosa com a chegada do dia, de não dormir às noites. Recebemos envelopezinhos novos, e locais de prova também. O meu mudou consideravelmente, para um conhecido. Daí o dia. Demorei um pouco para encontrar minha sala, até porque tinha uma chatice de vai ali e vai aqui atrás de informação. Sentei na carteira, esperei, prova. Eis que noto um problema: a carteira era daquelas de um só lado. E, não sei se vocês sabem mas eu sou canhota [alá, no 16]. Tentei, de todas as posições e formas possíveis de fazer a prova. Encontrava um lado bacana, daí começava a doer o pescoço e as costas, e qualquer movimento brusco era aquele 'nhéééc' da cadeira.
Cu total. Quatro horas sofridas, além das 90 questões, todas contextualizadas. Visão do além, só o que tive. Quando eu achava que estava terminando, mais coisa. Saí de lá meio chumbada. No mesmo dia meu pai teria um compromisso, do qual nem lembro, e por isso não pôde vir me pegar. Peguei um ônibus lotado e fiquei com aquele pânico de pegar ônibus errado. Mas tudo ok. Cheguei em casa e caí na besteira de conferir o gabarito. Olha, só não vou dizer aqui porque o número foi deprimente, espero que valha pra pelo menos sentir o cheiro de passar. Segundo dia foi mais tranquilo, antes de entrar na sala eu pedi por uma carteira para canhoto. Até porque era o dia de redação, como que ia escrever numa carteira daquelas. Só digo uma coisa: minha pontuação foi baixa. Sim, baixa. E só.

4° e último Round - Federal
Na verdade, minha vontade nessa prova era de sair chutando, mas eu não podia. Era uma oportunidade né, então vamos lá. Dois dias também. Federal é a única que não gosta de mim, me pôs num local bem cafundó mesmo, do outro lado do local onde moro. Eu cheguei bem cedo nos dois dias, dessas horas de o portão ainda estar fechado. Não havia uma pressa, era mais temendo que nós não chegássemos cedo no local.
Enfrentei novamente o problema da carteira para destros. Mas tinha um outro problema: as carteiras eram etiquetadas. Mesmo eu chegando cedo, achei que não poderia fazer uma troca por causa da maldita etiqueta. Não era o litrão de questões que teve lá no enem, mas as dores de canhota pareciam ser maiores. Até porque lá só era uns ventiladores, e estava bem quente. A prova nem foi tão ruim assim, se comparada com o depois. Combinei com o pai: 12 hrs. Saí de lá onze e pouco. E nada de doze horas. E deu doze, e nada do meu pai. O sol começou a ficar mais forte, e eu sentindo ele me queimando. Pai só veio chegar lá pras 12:40. Chegando em casa, uma surpresa: as áreas expostas do meu corpo, todas vermelhinhas. Assim, vermelhas, como quem pega sol na praia. E isso que sou bem difícil de me queimar. No mesmo dia ainda fui à academia, tentei esconder com uma blusa maior, mas ficou tosco do mesmo jeito. Mas já estava pior, metade do braço branco, e o outro bronzeadjénho por horas e horas na parada pra voltar pra casa, isso no segundo ano, ainda hoje está em mim.

E o fim disso tudo? Esperar o próximo ano pra saber em quais (não) passei. Como já tenho uma ideia, nesse dia acredito que dormirei o dia inteiro só para não ter que ouvir gente me enchendo com uns 'ohh, não passou. Vai pra uma particular.', 'que tragédia, tenta de novo'. Eu cago, porque já sabia.

bjs.

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♫ Dream Theater_Light fuse and get away.mp3

24.3.09

Deixa ela chorar [by A. B.]

A cabeça baixa e a pontinha da orelha vermelha. O soluço ecoava toda a sala. Deixa ela chorar, gente. Deveria ser uma paixão que não deu certo, um alguém que roupeu dela aquele sorriso grande e penetrante. Ouviu-se que por ser sensível demais, necessitava de todas as atenções. E quem a rejeitasse, abria-se a bocarra, aos berros, fazendo drama. Talvez ela tenha pedido mais carinho e não puderam dar. Talvez seu gosto por zelo não fora recíproco. Deixem ela chorar. Esse choro é coisa de momento, logo estará abrindo aquela linda boca, sorrindo para tudo, e todos.

Quem dera eu pudesse eliminar essa tristeza, mas meus impulsos não agiam, permitiam que ficasse melhor por si só. Dez minutos depois, com a voz ainda soluçante, me pediu as anotações. Será que eu pergunto algo? Se precisa de minha ajuda? Se eu poderia rasgar o pranto que machuca seu peito, e fazê-la sorrir novamente? Mas não, eu não podia. Deixa ela esgotar essa melancolia passageira, e que tão cedo devolva, para sempre, sua alegria.

Campainha do intervalo, e já estava sorrindo.


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Eu não sei o que é isso, veio numa dessas tempestades de inspirações. É uma narração? É um conto? Méquefaz?

A propósito, a menina já está bem, e esse/a conto/narração/coisinho de coisa é verídico. Momento gay, todo mundo tem um.

bjs.

13.3.09

Meu querido diário...

Tá, que isso aqui é praticamente um diário, mas só com os fatos 'legais' dessa minha linda vida. Vou ser rápida: o professor de redação pediu para fazer um diário [de todos os dias né] contando só fatos relevantes do dia-a-dia. Vamos ver como saí até hoje.

9 de março de 2009

Hoje tive aula de redação. O assunto mais do que falado foi sobre o aborto daquela menina de nove anos, de Pernambuco. O professor pôs no datashow sites com notícias sobre o ocorrido, e pediu que nós debatêssemos sobre. Certas coisas eu ainda não sabia - ou pior, não fui atrás -, como o padrasto, além de abusar da guria desde quando ela tinha seis anos, ele também estuprava a irmã dela, de catorze anos e, o que mais me chocou: com problemas mentais.
Como pode um cara, cara não, um rapaz, ter a idiotice de cometer um crime terrível como esse? Pior, como pode uma mãe irresponsável dessas não reparar, há mais de três anos, que as duas filhas eram sexualmente abusadas? Ao menos ela tomou tais medidas para com seus netos. Mas para isso o rapaz precisou querer fugir para Bahia.
Burrice maior foi a de um advogado, conhecedor das leis, querendo punir a mãe por permitir o aborto. É assim que esse país vai pra frente. Mas não falei isso ao professor no debate, porque eu tenho classe, ok.

10 de março de 2009

Pela manhã, bem cedo, o jornal do meu Estado anunciou: Nazareno [nota: um político] afirma também ser contra o aborto da garota de nove anos. Claro que eu tinha o que falar, não é. Em primeiro lugar, alguém, fora da família, tem a ver com o que ela fez ou com o que fizeram com ela? Não tem, obviamente. Até porque, onde sei, ninguém perguntou isso a ele. Segundo: de opinião de político e de padre ninguém deve confiar e dar razão. E tenho dito.

11 de março de 2009

Se isso é relevante eu não sei, mas fazem uns seis meses que estou sem meu computador. Não é porque eu o usava por um leque de futilidades, mas eu tinha um tremendo afeto por ele. Mas tá, deixa para lá.
Largando o assunto 'aborto' de lado, na minha ida à escola, meu pai falou que um certo colégio estava decaindo, e contou a história. Disse que um colega, este sendo professor deste referido colégio, pôs um aluno para fora de sala. O bedel o interrompeu, explicando que não era permitido a retirada de alunos da sala.
O professor tentou relevar, e no outro mês quis por o aluno para fora novamente. Dessa vez, a diretora foi quem lhe explicou que a didática do colégio não permitia esse tipo de coisa. Ah certo, didática. Na terceira vez, o professor, já com o salário no bolso, se demitiu e ainda ousou em pôs o aluno pra fora, pra fechar com chave.
Conclusão: as turmas numerosas que havia naquele colégio reduziam-se a dezoito, vinte alunos. Ou seja, a didática daquele colégio não estava com nada.

12 de março de 2009

E no noticiário: garoto, ex-aluno, chega em sua antiga escola e atira em nove alunos. Detalhes sobre a cidade, ou o local, eu não encontrei, mas a maior parte desses detalhes é dispensável. A questão a se fazer é: por que ele fez isso, ainda mais sendo um ex-estudante? Na minha concepção, o que costuma ser na maioria desses casos, é de que costuma-se haver alguns problemas, como o cara ter sido rejeitado pelos colegas, ou evitado.
O que mais justifica o ato do garoto, é de que estava com a farda do exército, como quem quisesse impressionar.
Talvez o coitado (tá, nem tanto) fora discriminado, alguns alunos suspeitavam, ou duvidavam da sua inteligência, e foi fardado para mostrar a eles do que era capaz. Uma coisa liga-se perfeitamente à outra.

Notinha da aurorinha: Só não coloquei meu ponto de vista sobre a notícia porque ela é um pouco assustadora mas, nada não, já tive umas bilhões vezes de fazer o que o cara fez.

O do dia 13 eu achei muito toscão, pois não havia visto nenhum jornal no dia. E nenhuma notícia que me atraísse. OOba, já passou a fase ruim de provas/específico. Fim do mês tem mais, olha que maravilha.

Ah, eu sei que odeio isso mas, uma interna: da próxima vez que alguém marcar um compromisso comigo e não aparecer, eu chamo o caminhão de lixo e mando passar por cima da pessoa. Porque, oi, odeio gente assim. Faço mandar matar junto com os meus concorrentes. Tenho dicto.

bjs.

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listenin' - Incubus - Talk shows on mude
repeat - 4 times

12.4.08

Querido José,
escrevo-te esta carta para saber como anda sua vida, pois me importo muito com você.Desde que nos distanciamos, sentia várias vezes a vontade de ter você por perto, a sua presença me cativa numa maneira que não sei explicar. Mas agora quero saber se as coisas estão bem por aí.
Por aqui está tudo igual, alguns amigos se distanciaram por falta de contato.Certo dia, eu encontrei no centro uma lanchonete especializada em caldo de cana.Nem preciso falar que me bateu uma saudade daqueles tempos em que nossas aulas terminavam tarde, e a gente ia comer um salgado com caldo de cana no local mais próximo.Adoro me lembrar dessas coisas, apesar de dar um aperto no coração.
Não vejo a hora de você vir para cá, ao menos fazer uma visita.Estou precisando muito do seu carinho e apoio, quase como de um irmão.Espero ansiosamente sua visita.
Muitos abraços.
Aurora.

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Obs.:O nome é aleatório mesmo.Se eu pôr o outro nome ia ficar puxa-saco, né.
Layout gay né, mas fazer o quê.
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[♫] Garbage - Queer
[↔] Tabelas
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16.3.08

João desgostoso da vida.

João morava num lugar satisfatório e não tinha uma situação financeira boa. Era casado e tinha dois filhos, crianças demais para entender as dificuldades pelas quais os pais passavam. Nos dias de extremo caos, em que mais nada da sua vida tinha sentido, João saía para beber no bar mais decadente do seu bairro, onde pelo menos a cachaça era barata. Ele ia para lá, bebia umas doses, e depois voltava para sua casa armado de álcool, na ilusão de que assim seus problemas desaparecessem.
Em um certo dia, quando mais nada tinha jeito, foi mais uma vez afogar seus problemas numa garrafa de pinga. Em sua volta à casa, até mais cedo do que de costume, deparou-se com o que menos temia: sua esposa aos beijos com o seu melhor amigo, prestes a se despirem.E foi aí que João entrou em desespero. Retirou do armário uma pistola e atirou nos dois traidores. Ele já não sabia mais o que fazer. Voltou para o bar, e fez de sua vida uma completa ironia. Subiu na mesa, começou a dançar e a cantar.O dono do bar não gostou de suas estripulias e o expulsou de lá.
Ele não tinha mais nada. Perdeu esposa, filhos, melhor amigo, e até a sua companhia de tristezas.Logo em frente ao bar, havia uma lagoa. Atirou-se nela, desfazendo sua embriaguez. Quando se tocou de tal ato, viu que já era tarde. João morreu, sem ninguém.

By: Aurora.

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Temo morrer como João.
Falo nada. ;x
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